Sabe quando as crianças tinham tamagochi e ficavam fissuradas? Esse blog é meu Pou, algo que eu preciso cuidar e me preocupar. É a materialização digital de responsabilidade que preciso ter comigo mesma.
Então, vamos falar um pouco sobre mim. Analise a minha descrição atual no Blogger:
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| HAHAHAHA |
Dá pra perceber que a confiança na minha pessoa é IMENSA. Eu tenho a mesma descrição desde 2009 (na verdade, o design entrou depois, já vonto), quando comecei o Caretavc. Engraçado que a frase ELEMENTAR DA HUMANIDADE "quem planta vento, colhe tempestade" se aplica direitinho a essas descrições. O que eu quero dizer é que plantei tanta negatividade que fiquei parada nessa impossibilidade de ser alguma coisa. Acompanhe.
Desde 2006 mais ou menos eu comecei a escrever poemas. Claro que tiveram momentos antes, eu sempre fui dessas de escrever e ler com certa frequência, mas neste ano eu comprei o primeiro caderno dedicado aos meus escritos.
Sabe o que fiz com eles? Passa o mouse em cima, pois não tenho coragem de deixar isso visível ao mundo:
<besteira> eu rasguei tudo </besteira>
Mas ok. Desde 2006 eu escrevo alguma coisa e nos anos do Caretavc, eu produzi legal, mas não visando uma profissionalização ou algo do tipo. No blog, eu me mostrava e eu gosto de algumas coisas que escrevi. Mas eu não me considero poeta, acho que a coisa de trabalhar com a palavra é muito incipiente na minha escrita.
Vamos lá, "cineasta hipotética" vem da minha descrença em me tornar uma cinesta decente. Desde 2007 eu estudo audiovisual e passei por muita coisa bacana de lá pra cá. Entretanto, eu fiz muita bobagem, me deixando levar pela ideia de... Olha, só sei que embolei no meio de campo e não sou nem um terço do que um dia imaginei ser. Sou cineasta hipotética, porque no fundo acho que não quero mesmo a vida que imaginei antes. Eu aprendi a amar o audiovisual de outra maneira e espero realizar essa vontade (até faço, na verdade...).
Sobre o design, é aquela coisa, você aprende a mexer no Illustrator e inventa qualquer coisa pra ganhar uma grana. Mais canastrice, impossível.
* Essa sou eu, na definição mais "não leve a vida tão a sério".

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